2 Novos Releases

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No Final de 2011 fiz o lançamento de dois novos releases. Início de um projeto que é dar vida, para músicas ha muito tempo no HD.

Diante disso, sairam dois releases pelo Conteudo Records. “Waves & Soul” que ainda assinei como 3nity, e “Reflections” assinado como Sue.DAT, este último , inventado para mim, ha cerca de 4 anos pelo meu amigo Samuel a.k.a Menorah.

Acesse diretamente nas Lojas:

Waves & Soul > BEATPORT ou ONERPM

Reflections > BEATPORT ou ONERPM

Rain Red Rain – Tee (dj set) @ Dezembro 2011

Warning: not listen in the night!

Rain Red Rain

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DJ SET – Reflection Perception no @deepbeep


“Reflection Perception carrega os pensamentos e sensações de um final de ano. Um passeio pelo tempo, entre o que foi sentido e o não vivido. Para o set, busquei compilar faixas não temporais e livres do contexto comum, provocando paisagens amorfas.”

Ouçam AQUI

Um pouco de História e Pesquisa (by Osman Khan)


Click image to open interactive version (via Thomson Holidays).

TodaysArt (Holanda) & roBot (Itália) em Setembro.

Em setembro visito dois festivais muito importantes para suas regiões. O TODAYSART em Haia na Holanda, e o roBot em Bologna na Itália.

No TODAYSART mistura um pouco de toda a gama de produção dentro das arte digitais. A missão é estabelecer parcerias para intercâmbio com o FAD – festival de arte digital nos próximos anos. Não muito diferente, mas com maior foco na música, o roBot recebe 10.000 pessoas, dividido em diversos espaços pela cidade, algusn históricos. No roBot apresento um DJ set na área PRO que também terá um editorial da revista CODE a respeito de produtores brasileiros eletrônicos.

Farei os UPDATES da viagem por aqui e pelo Twitter, além do microblog criado especialmente para o projeto de intercâmbio > http://conteudorecords.tumblr.com/

O começo …. do recomeço…. do início ….

Jordá

Se a vida fosse apenas a matemática de 2 + 2 = 4, talvez fosse mais simples; porém menos interessante de viver. (radiohead sempre disse que 2 + 2 = 5). Planos, mesmo que bem planejados, nem sempre são bem executáveis. É bom lembrar que vida, também faz planos pra gente. O retorno está próximo, mas enquanto isso, vale buscar algumas maças, para comer durante o longo caminho. Até porque, amanhã, o sol nasce novamente.

Suedat – “Sem Título”. (produzida em 2009)

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DJ Set no Festival BPM – BPM Club @ DDUCK

O BPM CLUB é uma ação do festival com foco em pequenos palcos na cidade de Belo Horizonte.
Em 2007 o BPM CLUB esteve presente no Teatro Dom Silvério e nos clubs Deputamadre e A Obra.

 Em 2010 e 2011, a passagem do festival pelas cidades de Montes Claros e Juiz de Fora, com atividades de oficinas didáticas de produção musical e shows.

O festival nasceu em 2005, em um momento propício, uma vez que se notava a iminência de um cenário de música alternativa, independente e eletrônica em todo o Estado.
Seu maior diferencial frente a boa parte dos “festivais de música eletrônica” do Brasil é o foco na música independente contemporânea e eletrônica executada AO VIVO. E a valorização da produção autoral dos artistas envolvidos acima de tudo

No dia 2 de abril, o BPM Club acontecerá no clube  dduck, na noite Volume, dedicado à música techno e ao uso de synths e outros recursos digitais.

Festival BPM & DDuck Club apresentam: SHOW DaDa ATTACK (SP), e DJs Bittecourt, Túlio e TEE
Local:  DDUCK Club – Rua Pernambuco, 1.316, Savassi – BH
Data: 02/04/11
Horário: 23:00 às 06:00

Podcast para o Conteudo Records

Audiotech é um podcast do selo conteúdo records. O programa # 2, traz Opolopo e Swede:art, ambos do selo Tokyo Dawn. Além disso tem CUBO, que sai gratuito em abril pelo Conteúdo no catálgo free.

Set de fevereiro para o Deepbeep.

tee-fevereiro-2010.mp3

DJ set de 1h20 reunindo faixas e remixes variados de autores dos mais contemporâneos como: Autechre, Lorn, Joy Orbison, Teebs, Zero 7, Baths e Radiohead. A ideia do set surgiu de maneira bem simples, o que deu um resultado inusitado. Apesar de gostar muito da música cíclica de pista, em 2010 me apeguei aos remixes mais “artísticos”, despreocupados com a cadência ou o comum. Isso se refletiu nas 25 faixas que eram as mais ouvidas no meu iPod. Das 25, selecionei 14 para este DJ set especial para o deepbeep, independente de serem totalmente possíveis de serem mixadas. Este set foi feito com exclusividade para o site deepbeep

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Uma reflexão no dia internacional do DJ * por Luli Radfahrer


Reprodução do texto de LULI RADFAHRER, para a Folha SP (tec)

DJ, fotógrafo, chef, modelo & ator
Se todos querem ser “artistas” na era do faça-você-mesmo, alguém realmente o é?

NÃO SE SABE quando a arte se tornou peça de colecionador. Presente de forma ritual em qualquer sociedade antes mesmo do alfabeto, um dia ela passou a ser cultuada. Bom para os artistas, que conseguiam destaque social ao serem apadrinhados pelos poderosos para forrar paredes com seus quadros ou enfeitar festas com sua música, dança e comida.
Mas como bem o sabem tantos meninos aspirantes a jogador de futebol, o talento só se desenvolve quando acompanhado de muito treino. Mesmo o jovem Mozart, que encantava a corte com a sua habilidade, só compôs obras-primas quando chegou perto dos 30.

A prática leva à perfeição, mas ela é muito chata. Os filmes e séries de TV ambientados em tribunais e ambulatórios não seriam tão populares se mostrassem o tempo que se passa em bibliotecas e laboratórios. Quem imagina reger uma orquestra ou tocar um instrumento não pensa em se dedicar várias horas por dia a essas atividades. Calos e bolhas não são sexy, consumir arte sempre exigiu menos trabalho e dedicação do que ser artista.

Um dia essa situação mudou. As seitas da autoajuda e do faça-você-mesmo se encontraram com a indústria de software na busca por remover o “problema” da prática e “democratizar” o talento. Com uma mãozinha dos computadores, todos ficaram livres para exprimir suas ideias. Não era mais preciso saber desenhar para ser designer, fotógrafos podiam abrir mão dos laboratórios, músicos de seus instrumentos, diretores das ilhas de edição e assim por diante.

Até mesmo quem dependesse de seu corpo como ferramenta podia usar câmaras e efeitos especiais para compensar deficiências.
Tudo seria ótimo se o resultado pudesse ser medido. Mas como não há cor, tom, cheiro ou gosto absolutos, não há parâmetro. Isso faz com que muitos se tornem autodidatas pragmáticos, que se desviam de qualquer obstáculo em nome de seu “estilo”. Contestar uma prática sempre foi mais fácil do que segui-la.

A tecnologia não elimina restrições, só muda sua natureza. Um artista sério continua a precisar de muito conhecimento, treino e, principalmente, de boas referências. As limitações sempre estimularam a prática e o apuro da técnica. Quando são eliminadas, surge a impressão de que é fácil fazer arte. E de que é possível se destacar em várias especialidades.
As ferramentas criativas tornaram a expressão quase compulsória. Leonardo da Vinci ficaria chocado ao perceber que hoje teria que falar como intelectual, escolher vinhos como enólogo, cozinhar como gourmet, cantar como Frank Sinatra e dançar como John Travolta para ser “descolado”.

O resultado dessa demanda fica visível nas crises de autoestima, nas epidemias de depressão e nos transtornos de atenção. Seu efeito colateral não é uma sociedade mais criativa, mas uma composta por gente insatisfeita, egocêntrica, desorientada, insegura e sem critério. Para suprir as necessidades de expressão, muitos buscam no entretenimento pop manifestações de consumo fácil, sem justificativas. Assim se entende o sucesso do Justin Bieber ou do “Big Brother”. Quando todos estão conectados, as diferenças se igualam pela média. É Arquimedes na prática.